
Nessas horas noturnas em que o silêncio devora tudo, ele sente o sussurrar dos mais belos versos, mesmo que alguns sejam intransponíveis às folhas de seu caderno. E a todo momento vem muitas formas indefinidas que o atormentam ou que lhe trazem paz nessa grandiosa alegria que é o trabalho com a escrita.
Silêncio sufocante que o desafia a em silêncio dizer algo que faça sentido silenciosamente.
Silêncio que não quer silenciar. Silêncio que acalma, que enfurece, que dá paz, que guia a caneta nas mais perfeitas curvas dentro de um plano nunca percorrido.
Mas aquela noite deveria receber um nome, “Noite do silencio”, pois o silêncio permaneceu calado, deixando-o sem suas formas, esterilizado.
Silêncio sufocante que o desafia a em silêncio dizer algo que faça sentido silenciosamente.
Silêncio que não quer silenciar. Silêncio que acalma, que enfurece, que dá paz, que guia a caneta nas mais perfeitas curvas dentro de um plano nunca percorrido.
Mas aquela noite deveria receber um nome, “Noite do silencio”, pois o silêncio permaneceu calado, deixando-o sem suas formas, esterilizado.
Bráulio Silva
Excelente texto. A predominância e a forma como foi trabalhada a metalinguística aqui é algo singular.
ResponderExcluirPenso que o silêncio é mesmo devorador ao mesmo tempo tão necessário como seu próprio texto demonstra. Vc é um poeta! rs
ResponderExcluirAgradeço os comentários. Que bom que você realmente gostou.
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