
Nessas horas noturnas em que o silêncio devora tudo, ele sente o sussurrar dos mais belos versos, mesmo que alguns sejam intransponíveis às folhas de seu caderno. E a todo momento vem muitas formas indefinidas que o atormentam ou que lhe trazem paz nessa grandiosa alegria que é o trabalho com a escrita.
Silêncio sufocante que o desafia a em silêncio dizer algo que faça sentido silenciosamente.
Silêncio que não quer silenciar. Silêncio que acalma, que enfurece, que dá paz, que guia a caneta nas mais perfeitas curvas dentro de um plano nunca percorrido.
Mas aquela noite deveria receber um nome, “Noite do silencio”, pois o silêncio permaneceu calado, deixando-o sem suas formas, esterilizado.
Silêncio sufocante que o desafia a em silêncio dizer algo que faça sentido silenciosamente.
Silêncio que não quer silenciar. Silêncio que acalma, que enfurece, que dá paz, que guia a caneta nas mais perfeitas curvas dentro de um plano nunca percorrido.
Mas aquela noite deveria receber um nome, “Noite do silencio”, pois o silêncio permaneceu calado, deixando-o sem suas formas, esterilizado.
Bráulio Silva