Às vezes me sinto fisgado, ferido
ao vê-las tristes, velhas, reclamonas
Sinto um chiar, um ranger na solidão
Súplicas pelo toque de uma mão
Então vibro dentro de vibrações
Onde o tempo sem tempo sorri melodias
e mesmo ao me deitar não deixo de ouvi-las
como ecos luminosos rasgando a escuridão
E ali, na madrugada ouço sussurros
Gotas de felicidade, alegria e gratidão
pelas belas notas
pelo singelo trimilique de cócegas
em um corpo tão lindo, fino e nu
a transformar trevas em luz
Bráulio Silva
Olá, Bráulio!
ResponderExcluirObrigada pelos comentários elogiosos. Você é sempre gentil! rs
Em relação ao texto, você foi muito feliz em suas considerações poéticas. Tudo o que você escreveu reflete perfeitamente à imagem do violão ao lado. Esse seu dom de poetizar é fascinante e traduzir as imagens em palavras não é tarefa para qualquer um, você bem o sabe. rs
Tem tempos que venho aqui, há pouco pensei em comentar algo, mas estava sem inspiração no dia. rs
A cada texto seu percebo mais trabalho com as palavras e sua dedicação para lapidá-las é motivo de admiração e inspiração para muitos. Espero que algum dia você encontre o reconhecimento merecido a todos os bons poetas.
Abraço e até o próximo comentário.
Gabriela.
Poxa, Gabi! Fico muito feliz em estar proporcionando emoções através da poesia. É sempre muito bom trabalhar com a imagem poética!
ExcluirSaudade!